Santa Leopoldina é destaque na comercialização de mandioca

A mandioca – popularmente conhecida como aipim – é um alimento tradicionalmente encontrado na mesa dos capixabas. Usado para o preparo de bolos, biscoitos ou até como ração de animais, a comercialização do tubérculo é destaque em Santa Leopoldina. De acordo com os dados das Centrais de Abastecimento do Espírito Santo (Ceasa-ES), no primeiro semestre de 2016, o município foi responsável por 40,16% na oferta da raiz no Estado.

Ainda nos primeiros meses deste ano, circularam no mercado da Ceasa/ES, aproximadamente 3,2 milhões de quilos de mandioca, sendo que cerca de 1,3 milhões de quilos do produto é oriundo de Santa Leopoldina. Com um preço acessível ao consumidor, o quilo do alimento está sendo vendido a R$1,13.

Produzindo mandioca há mais de 40 anos, o produtor Ivan Facco, de Santa Leopoldina, diz que o produto é garantia de uma boa renda. “É o produto que eu mais planto, pois não tenho muito custo na produção que só envolve a adubagem e o uso de pouca água. Após um período de seis a oito meses já podemos colher as raízes. Além disso, é um produto que tem bastante saída no mercado”, conta o produtor.

O extensionista do Incaper, João Paulo Ramos, salientou que diante da crise hídrica em que o Espírito Santo vive, o aipim é uma cultura resistente ao déficit de água, demanda pouca mão-de-obra, além de apresentar um baixo custo de produção.

Atualmente Santa Leopoldina tem uma produção média de 4 milhões quilos de mandioca por ano. Atualmente o município possui cerca de 250 hectares por ano, incluindo 16 toneladas de mandioca em cada um. A atividade envolve mais de 200 famílias de agricultores familiares responsáveis pela cultura, além de gerar empregos diretos e indiretos. Aproximadamente 800 pessoas estão envolvidas com a atividade, desde o plantio até a fase de comercialização. No município, as variedades de mandioca mais cultivadas são a Verdim, a Manteiga-branca, Cacau e a Manteiga

“Levando em conta que a mandioca é a principal fonte de renda do município, devemos intensificar as pesquisas voltadas para o controle de pragas e doenças, bem como a criação de novas variedades para a região”, sugeriu o extensionista João Paulo Ramos.

Saúde

A mandioca – popularmente conhecida como aipim – é um alimento tradicionalmente encontrado na mesa dos capixabas. Usado para o preparo de bolos, biscoitos ou até como ração de animais, a comercialização do tubérculo é destaque em Santa Leopoldina. De acordo com os dados das Centrais de Abastecimento do Espírito Santo (Ceasa-ES), no primeiro semestre de 2016, o município foi responsável por 40,16% na oferta da raiz no Estado.

Ainda nos primeiros meses deste ano, circularam no mercado da Ceasa/ES, aproximadamente 3,2 milhões de quilos de mandioca, sendo que cerca de 1,3 milhões de quilos do produto é oriundo de Santa Leopoldina. Com um preço acessível ao consumidor, o quilo do alimento está sendo vendido a R$1,13.

Produzindo mandioca há mais de 40 anos, o produtor Ivan Facco, de Santa Leopoldina, diz que o produto é garantia de uma boa renda. “É o produto que eu mais planto, pois não tenho muito custo na produção que só envolve a adubagem e o uso de pouca água. Após um período de seis a oito meses já podemos colher as raízes. Além disso, é um produto que tem bastante saída no mercado”, conta o produtor.

O extensionista do Incaper, João Paulo Ramos, salientou que diante da crise hídrica em que o Espírito Santo vive, o aipim é uma cultura resistente ao déficit de água, demanda pouca mão-de-obra, além de apresentar um baixo custo de produção.

Atualmente Santa Leopoldina tem uma produção média de 4 milhões quilos de mandioca por ano. Atualmente o município possui cerca de 250 hectares por ano, incluindo 16 toneladas de mandioca em cada um. A atividade envolve mais de 200 famílias de agricultores familiares responsáveis pela cultura, além de gerar empregos diretos e indiretos. Aproximadamente 800 pessoas estão envolvidas com a atividade, desde o plantio até a fase de comercialização. No município, as variedades de mandioca mais cultivadas são a Verdim, a Manteiga-branca, Cacau e a Manteiga

“Levando em conta que a mandioca é a principal fonte de renda do município, devemos intensificar as pesquisas voltadas para o controle de pragas e doenças, bem como a criação de novas variedades para a região”, sugeriu o extensionista João Paulo Ramos.

Saúde

A mandioca é rica em fibras que faz com que o alimento provoque saciedade, sendo, portanto, uma ótima opção para uma dieta de perda de peso. O tubérculo também possui outras variedades de substâncias benéficas para a saúde como o potássio, que age como regulador dos estímulos elétricos do coração; o folato, que auxilia na manutenção da saúde da pele e dos cabelos; e uma grande quantidade de vitamina C, que atua como antioxidante natural importante, auxiliando na prevenção de doenças do coração e câncer.

Segundo a nutricionista Mayara Magalhães, a raiz possui substâncias que ajudam no tratamento da depressão e do bem-estar emocional. “A mandioca aumenta os níveis de serotonina, neurotransmissor que age nas regiões do cérebro responsáveis pela sensação de prazer e felicidade. Com isso, o organismo sente menos o efeito do estresse do dia a dia, com uma sensação maior de alegria e bem-estar. Além disso, as fibras presentes no aipim ajudam a regular o funcionamento do intestino, onde boa parte da serotonina é produzida”, explicou a nutricionista.

Direto da redação Sim Notícias
Com informações Governo do ES