Prova política

Do jeito que anda a política no país, a eleição deste ano provará muita coisa. Uma delas é que aquele que se eleger ao que propôs é bom de voto e conceituado. É que a reforma eleitoral limitou uma série de coisas, comuns nas eleições passadas.

Por exemplo, a essa altura do campeonato muita gente já sabia em quem votar e até agora essa opção está contida as novas leis eleitorais. Um exemplo se vê para candidato a presidência da república. A prisão de Lula, um fato extra eleição, bagunçou com a preferência do eleitorado. Imagine para senador e deputado.

O fato é que  os políticos se sentem desgastados com tudo o que ocorreu nesses últimos dois anos na política nacional, também estão pensando em como fazer campanha sem o caixa dois, que os ministérios públicos estão mais que atentos este ano. Como se eleger na moleza então?

Agora aquele que é bom de voto, semi-honesto, pode arriscar. Eu disse arriscar. A situação pede por renovação. Mas o que é renovação na política? Candidatos jovens ou candidatos que nunca exerceram política, porem são experientes em alguma coisa?  Isto tem de ser analisado profundamente.

Enfim, que venha logo a campanha, que venha a eleição em si para podermos ver quem vai sair vencedor na luta entre o bom e o mal.

Bom mesmo seria o voto facultativo, diminuição no número de senadores e deputados e salário simbólico, como nos países de primeiro mundo. Queria ver quem se habilitaria a se candidatar!