Estações de monitoramento vão controlar qualidade da água do Rio Doce

Três estações de monitoramento da qualidade da água do Rio Doce entraram em funcionamento nesta semana. Parâmetros como turbidez, oxigênio dissolvido e PH serão transmitidos por sondas, que farão a análise de hora em hora e permitirão uma atuação mais ágil e precisa da Fundação Renova e dos órgãos ambientais nas ações de recuperação das regiões banhadas pelo Rio.

Além das estações localizadas nos municípios mineiros de Rio Doce, Santa Cruz do Escalvado e Sem Peixe, a expectativa é de que outras 19 unidades estejam em operação até o final de julho ao longo de toda a extensão da bacia. Cinco delas estarão no Espírito Santo: duas em Colatina, uma em Baixo Guandu, uma em Linhares sede e outra no distrito de Regência, na foz do rio.

Das três primeiras estações, duas foram instaladas na área da Usina Hidrelétrica Risoleta Neves e uma no município de Sem Peixe, a cerca de 45 quilômetros da hidrelétrica. Um destes postos irá monitorar a água antes de sua chegada na usina, e os outros dois, após sua passagem por ela, identificando eventuais alterações decorrentes da atividade de dragagem que está sendo realizada em seu reservatório.

Das 22 estações a serem implantadas, oito farão o monitoramento de qualidade da água e o restante fará a medição do nível do rio, da temperatura do ar e da quantidade de chuva.

Estas estações de monitoramento fazem parte do Programa de Monitoramento da Qualidade de Água e Sedimentos na Bacia do Rio Doce, desenvolvido conjuntamente pela Fundação Renova, órgãos ambientais e agências de água.

Até a implantação deste Programa de Monitoramento de longo prazo desta região, a Fundação Renova dará continuidade ao trabalho que vem realizando e que atualmente conta com 115 pontos de monitoramento ao longo da Bacia do Rio Doce e região costeira próxima à foz, junto a laboratórios acreditados pelo Inmetro.

Direto da redação
Record News / Rede SIM
Com informações da Fundação Renova